Segunda-feira, 21 de Maio de 2012

E agora é só para...

informar o caríssimo leitor de que o meu computador deu o berro, pifou. Foi com o caralho vá! Ora, se antes me era impossível escrever aqui porque não me apetecia mesmo, agora é-me mesmo impossível porque ao pc parou-lhe o relógio, fechou para obras e só reabre amanhã ou, como diria o outro, foi com o caralho vá! E agora o mais lerdo leitor está para aí a pensar: "Ó Toni, mas se não tens computador como é que postaste isto?". E aqui vamos por partes:
1º- Ninguém autorizou o leitor a falar, cale lá a caixa se faz favor.
2º- É óbvio que podia ir a uma biblioteca ou então a um daqueles "webcenter" cheio de putos com os olhos em bico a ver pornografia. Ah, espera! Não é esse o termo em inglês para biblioteca, qual library?! A verdade é que esse sítio ao invés de "webcenter" havia era de se chamar, sei lá, "porncenter"; ou "boobiescenter"; ou ainda "abunchoftitscenter". Claro está que, todos estes nomes induziriam o leitor (cliente habitual destas casas e da pornografia) em erro, já que a malta ia lá a espera de ver um bom par de seios fartos ao vivo e a cores quando, na verdade, a menos que fosse realmente no pc, o máximo que encontrariam era um bom par de seios caídos até ao umbigo da velha recepcionista que lá trabalha. E é por causa disto, punheteiro leitor, que ao invés de "webcenter"; "porncenter"; "boobiescenter" ou até "abunchoftitscenter"; esta casa de negócio se devia mesmo era chamar "jizzinmypantscenter". Pois é!
Ah! E isto tudo para dizer...que estou no pc do meu irmão.

Abraços e fiquem bem!

Toni dos bifes.

Sábado, 12 de Maio de 2012

É só para...

avisar o rabeta leitor que não tenho tido tempo nem paciência para actualizar o blog. Chega a uma altura na vida de um gajo que, por ser engraçado há tanto tempo, precisa de mudar de ares. Por isto e porque tem de ser explorado no trabalho, claro. E agora vou-me que vem aí o patrão.



Domingo, 6 de Maio de 2012

Conversas inteligentes #6

Empregado: Boa noite! O que vai ser?

Cliente: Olhe...eu queria uma torrada com manteiga, se faz favor.

Empregado: Ahh! Dessas não sei se temos, não pode ser uma torrada normal?


Quarta-feira, 2 de Maio de 2012

Pingo Doce on fire.








Já toda a gente sabe isto, mas ontem no Pingo Doce foi um escabeche! Eu sei porque quando lá fui para ir buscar o pito para fazer as minhas sandes, já não havia porra nenhuma. Então como bom consumidor que sou, pensei: “É pá, mas eu também quero entrar aqui nesta coboiada! Também quero ter direito a desconto, porque é que eles são mais que eu?” E assim foi, trouxe tudo o que podia e até o que não podia para chegar aos cem paus. Trouxe um monte de coisas supérfluas e que não interessam a ninguém mesmo, desde carne, arroz, azeite, tronchuda, a empregada da charcutaria e, o pior de tudo, o meu irmão e a minha mãe. Mas, verdade seja dita, o meu irmão até dado é caro, acho que tenho de ir lá reclamar. O que um gajo faz por umas promoções!

Segunda-feira, 30 de Abril de 2012

Isto é parvo!


                Há coisas que me irritam profundamente! A primeira delas é ter que me armar em educado e dizer “coisas” e “profundamente” na mesma frase, o que me faz parecer “profundamente” rabicho. Um macho à séria teria dito “há merdas que me irritam, caralho!” e estava arrumada a questão. Mas depois o panasca leitor ia sentir-se insultado e eu nem sou de insultar ninguém, como já devem ter reparado.
                Outra coisa que me põe logo roxo é, por exemplo, quando uma pessoa perde um objecto de valor em algum estabelecimento que frequentou na noite anterior e depois no dia seguinte resolve andar de bar em bar a perguntar por ele, porque os correu todos e não sabe em qual é que o deixou. E a conversa é mais ou menos a seguinte:
                Cliente: Olhe, desculpe, por acaso não deixei aqui uma chave, não?
                Empregada do bar: Hum, uma chave?
                Cliente: Sim! É que estava com uma broa ontem que nem me aguentava, mas quando ia para entrar em casa e não a tinha, tive de tocar à campaínha e acordei a mulher, só que naquele estado ela ainda me mandou ir dormir com o cão. De certeza que não se lembra de mim? Estou com a mesma roupa de ontem e tudo…
                Empregada: Ah, não vi cá nada não. Mas porquê? Perdeu a chave, foi?

O que o cliente quer responder:
                 
(Se a perdi? Não! Vim só aqui tomar uma bica e já que cá estava aproveitei para perguntar se por acaso não tinha aqui deixado a chave que até tenho no bolso, só para poder ter dois minutinhos de boa conversa consigo. É que quer-me parecer que está a precisar de um intervalinho, está um bocado pálida. Coma um daqueles iogurtes da Júlia, diz que faz um bem danado.)

O que responde realmente:
                - Ok, obrigado!

                Empregada: De nada. Worten Sempre!

Quarta-feira, 25 de Abril de 2012

Conversas inteligentes #5

Ele - Antes já era o Cristo, agora é o Sr. Jesus...
Ela - És mesmo burro!
Toni - Burro não! Que um burro trocava de cabeça com ele e o burro é que ficava a perder.

Segunda-feira, 23 de Abril de 2012

Nada de misturas,pá!


Toda a gente sabe que o nosso é um país de velhos. Atenção, não quero com isto desrespeitar os velhos, pelo menos não todos eles. Apesar de sonhar com um país numa faixa etária máxima de 30 anos, tenho muito respeito pelos velhos do nosso país, menos por aqueles que cheiram demasiado mal e por aquelas que mijam de pé. Não que esses não sejam dignos de respeito, porque o são. É preciso ter um bom par de tomates para ficar dois meses sem se lavar e um ainda maior para, sem o orgão mais elástico do corpo humano (pelo menos no meu caso, não sei quanto a vocês), se conseguir mijar de pé, em linha recta, e sem respingar a saia que nem fizeram questão de levantar. Pois é! Já devem ter reparado que vos falo daquelas velhas de várias dezenas de anos que provavelmente perderam a virgindade durante a 2ª Guerra Mundial, testemunharam o nascimento da agricultura e  o tema do seu baile de finalistas foi para aí o fogo. São aquelas senhoras que trabalharam toda a sua vida no campo e que às seis horas da manhã já estão “frescas” (prontas, que de frescas não têm nada!) para enfardar uma valente mão cheia de bagaços sem sequer fazer cara feia ou até pestanejar. Isto, meus amigos, é muito merecedor de respeito, sem dúvida, só não do meu. Passo a explicar:embora uma boa parte de mim idolatre secretamente esta gente bruta do meio rural, o resto do meu ser é completamente solidário com o pessoal que trabalha nos centros de análises clínicas e que tem uma dificuldade imensa em fazer o seu trabalho como deve ser quando um destes indivíduos resolve ir fazer as respectivas análises. Digo isto porque, com toda a certeza, essa gente ao invés de ser detectada com bagaço no sangue, é diagnosticada com sangue no bagaço e isto, meus caros, dificulta o trabalho de qualquer um. Não só o do pessoal das clínicas, como o das fábricas e toda a indústria alcooleira que desaconselha vivamente essa coisa das misturas.